yomotsubluespirit:

[LC]マニゴルド!

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Drinking buddies! || katakeoantares

katakeoantares:

"E eu lá tenho cara de quem apronta?" indagou o escorpiano, erguendo a sobrancelha e esboçando nos lábios um sorriso tão babaca quanto o de Manigold. "Mas sabe como é, esse santuário é cheio de regras e frufrus, pff" bufou, por fim, caminhando os últimos passos até o canceriano.

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Kardia passou por Manigold e parou alguns degraus à frente, apontando o próximo templo com impaciência; aliás, ele vivia impaciente. Nunca conseguia ficar quieto por muito tempo e definitivamente não gostava de estar entediado. Desde que o canceriano o chamara pra ir até Rodório encher a cara era a única coisa na qual ele vinha pensando nos últimos dias. Precisava sair, respirar um pouco, encher a cara e trocar uns socos com algum idiota azarado por aí. 

"Vem logo, cê vai ficar aí parado?" cruzou os braços e balançou a cabeça no sentido do templo seguinte. 

Deu uma boa risada com aquelas palavras. De fato, o Santuário tinha regras demais, seu mestre tinha criado-o dentro deles… Era um regime estilo espartano onde nem beber era permitido para afogar um pouco o estresse do treinamento. Mas aquilo não significava que eles não faziam… Às escondidas, ou apenas na cara de pau mesmo, afinal não tinham babás vinte e quatro horas.

Mesmo com Dégel e Albafica fazendo um trabalho bom demais naquele quesito.

- Não falei que aprontou, mas se a armadura serviu.~ - falou divertido, seguindo o escorpiano ao ouvir a reclamação. No entanto, desceu os degraus devagar, apenas para irritar Kardia um pouco mais… Era irresistível fazer algo como aquilo com alguém com pavio tão curto.

(Source: cancer-manigold)

saintseiyaoi:

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katakeoantares:

Levou um puta chute nas costas e saiu bolando na escada. Quando chegou lá embaixo, olhou em fúria completa pro topo da escadaria.

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"Mas que caralho!" exclamou, acariciando a cabeça. "De onde você saiu?"

Riu. Riu alto do escorpiano rolando escadaria abaixo imaginando quando ele pararia de rolar. Quando conseguiu controlar a risada, já estava praticamente dobrado sobre o próprio corpo, com as mãos nos joelhos. Ergueu-se um pouco e piscou para Kardia.

- O importante não é de onde saí, é pra onde vou e você tava na porra do caminho.

Rosas negras, vermelhas e brancas.

pisces-no-lugonis:

crimson-thorn:

Apertou entre os olhos contando ate 10 mentalmente.. tinha que se manter calmo.. tinha que explicar tudo…MAS ERA IMPOSSÍVEL!. Estava feliz pelo pai ter voltado a vida, aquilo era obvio… Nunca havia desejado tanto por aquilo, só.. esperava que aquele reencontro fosse de uma forma mais tranquila.

"Mestre do papa Alba?" A pequena olhou curiosa para o pai e voltou a olhar para o homem ruivo. "Eli é comu o nono?

Com um suspiro pesado o pisciano se aproximou dos dois parando ao lado do italiano, apertando seu braço uma vez e fazendo um carinho leve nos cabelos da filha antes de se aproximar do mestre parando a alguns passos dele sem se importar com o aroma forte das rosas. - Mestre eu vou lhe explicar tudo o que quiser… Desde que o senhor morreu ate agora se for preciso, mas por hora..Fico muito feliz que o senhor tenha voltado a vida e… Esta aqui é Alina, ela é.. Minha filha e de Manigold. 

Não tinha medo de enfrentar a morte… de enfrentar o exercito de Hades ou qualquer outro inimigo… Mas naquele momento enfrentar Minos de novo parecia MUITO mais fácil do que explicar seu relacionamento ao mestre.

Seu corpo deu um solavanco suave com as palavras do discípulo. Seu rosto estava num tom pálido doentio, mas não se atreveu a falar. Olhou para Albafica, depois para Manigold e a menina algumas vezes, em um silêncio profundo. Tudo o que havia ensinado a ele pareceu-lhe uma grande perda de tempo, por um segundo.

Viu como o canceriano lhe olhava com preocupação e como Albafica lhe olhava da mesma forma, mas também com medo, porém não se importou.

Imediatamente soube o que devia fazer.

Não era uma pessoa dada a rompantes e mesmo que fosse, não iria assustar a menina. Sabe-se lá os deuses como essa criança foi concebida, para que se parecesse tanto com eles dois, mas ele não faria uma cena para acabar assustando ela.

Reprimiu todos os sentimentos e pensamentos extremamente confusos que lhe assolavam e vestiu sua habitual máscara de frieza e distanciamento antes de se afastar do discípulo, sem nem lhe dedicar um olhar. Passou por Manigold da mesma forma e seguiu para o interior do salão para sair de Câncer. Já havia obtido a permissão, de certa forma, e não acreditava que algum deles iria para-lo. 

Agora, mais do que nunca, precisava encontrar com Sage e ouvir dele o que diabos estava acontecendo ali, e depois ir embora.

Não esperava que Albafica falasse tão fácil depois daquilo, mas apenas ficou ali. Não era hora de correr… Ainda. Afinal Lugonis parecia mais pasmo do que qualquer outra coisa. Definitivamente não era tão ruim assim, não podia ser. No entanto, foi com surpresa que viu o outro cavaleiro passar por eles sem falar mais nada depois da notícia. Sem nem ao menos arrastar Albafica com ele.

- É… Quase isso. - respondeu para a filha ainda um tanto confuso com a reviravolta em sua curta manhã. Talvez fosse melhor comer e voltar pra cama antes que algum outro desastre acontecesse.

Ou, ao menos, ele devia vestir uma camisa.

Voltou os olhos para Alba, tentando ver como ele estava. Cutucou o pisciano com a mão livre para chamar a atenção dele, e ergueu uma sobrancelha para questionar. - O que vai fazer agora? - perguntou ainda na dúvida. Não sabia se Albafica ia falar sobre eles mesmo, ou apenas sobre Alina.

Afinal, era difícil negar que Alina era filha de Albafica, quase impossível considerando o rosto dele naquela idade provavelmente.

Rosas negras, vermelhas e brancas.

pisces-no-lugonis:

crimson-thorn:

Arqueou uma sobrancelha cético encarando Manigold por mais alguns minutos antes de suspirar com a negação do mestre. - Certo… - Deu as costas a ele tentando ignorar a conversa.. se é que podia chamar aquilo de conversa e seguiu o corredor longo sumindo no quarto do canceriano. - Isso só pode ser uma piada dos Deuses… Uma piada de muito mal gosto.

Abriu o armário e pegou uma boxer na gaveta a vestindo por debaixo da toalha, desamarrando-a e deixando que caísse no chão enquanto pegava as outras roupas. Vestiu uma causa leve e uma camisa e por fim os sapatos, demorando o máximo que podia com a esperança de que ainda pudesse acordar daquele pesadelo.

Já estava voltando para a sala quando ouviu aquele riso animado do lado de fora, levando a mão ao rosto sem conseguir acreditar. - Por que tudo sempre tem que piorar?… - Suspirou entrando no comodo.

. .

"Papaaaaaaaaa!!!!!" A garotinha entrou correndo na sala seguida pelas pequenas chamas azuis e agarrou a perna do canceriano rindo divertida. "Papa eu tava brincandu com a Aurora e…." Olhou curiosa para o moço estranho de cabelo vermelho e que cheirava igual ao outro pai.

- Não, obrigado. - voltou a negar a comida, num tom educado, olhando-o friamente.

Ele queria descobrir o que estava havendo ali, mas parecia que não era com qualquer um deles. Teria que descobri por si só e ele não estava muito disposto a se aborrecer com isso naquele momento.

Viu Albafica sair e um pensamento de que ele não queria que ele voltasse a vida lhe passou pela mente. Não precisava dele por perto. Sorriu consigo mesmo. Ele já tinha sua vida sem ele. Parecia ter perdido o medo de ficar perto das pessoas.

"Isso é bom." - pensou, sorrindo consigo mesmo - "Vou resolver isso com o mestre e vou voltar para a cabana. Não sou mais necessário aqui."

Foi tirado de seus pensamentos com o grito infantil. Olhou chocado para a menina se agarrando a perna de Manigold. Recuou ainda mais, quase voltando para a entrada. O olhar curioso da menina lhe deixava desconfortável, porque era extremamente familiar. 

Ia voltar a insistir quando sentiu o cosmo ainda pequeno, mas que estava tão ligado ao seu que era impossível para Manigold não captá-lo… Mesmo quando distraído ou irritado. E lá estava a pequena abraçando-o daquela forma. Passou uma mão pela cabeça da menina, olhando para as almas e fazendo-as sumir com um comando do cosmo.

- Oi, bambina. E… - repetiu o que a menina deixou no ar, esperando para ouvir o resto da história.

Notou que ela estava mais curiosa com relação a Lugonis, no entanto. Abaixou-se para pegá-la nos braços, erguendo-a até que ficasse quase na altura do outro cavaleiro também e sorriu para a menina. Ela podia ter chegado depois de eles terem ido, Manigold não sabia se era uma boa idéia infartar o mestre de Albafica assim… Logo depois que ele reviveu ainda por cima.

- Alina, esse é o antigo mestre do Alba-chan. - explicou olhando significantemente para a filha… Bom, o que tivesse de ser, seria. Sentiu o cosmo do pisciano mais próximo e olhou por cima do ombro.- Alba, que tal apresentar ela ao seu mestre? - sorriu um pouco preocupado, porque… Bom, ele já tinha ouvido o suficiente de Sage pela vida por tudo aquilo.

Não tinha que ouvir de Lugonis também!

Rosas negras, vermelhas e brancas.

pisces-no-lugonis:

crimson-thorn:

Fuzilou Manigold com o olhar mais uma vez com aquela risada alta, se segurando para não pegar as rosas do vaso próximo e abrir uma cratera em seu rosto. Aquela foi a desculpa mais esfarrapada que pode arrumar é obvio, mas não era como se ele pudesse simplesmente chegar em seu mestre, e praticamente seu pai, recém-revivido e jogar em seu colo “Então, ignorei tudo o que você me ensinou e me casei com o pupilo de câncer.”

Suspirou e voltou a encarar Lugonis. Era como se tivesse voltado a ter doze anos de idade, o frio de pavor correu sua espinha a baixo a medida que seu mestre se aproximava e não melhorou em nada aquele olhar que ele lançou. 

- Eu… - Olhou para Manigold franzindo as sobrancelhas com aquele convite. - Não é má ideia… Afinal o senhor deve estar faminto não é mestre? - se virou em direção aos quartos- Eu vou me vestir, vocês podem ir na frente.. - Voltou a olhar para o italiano com seriedade, sussurrando. - O que você esta tramando?

Lançou um olhar cético para o dono da casa, quando este tentou confirmar a história de seu discípulo. Ele não estava com cara ou jeito de alguém doente e Albafica seria a última pessoa a quem chamariam para cuidar de alguém. O próprio pisciano jamais chegaria perto de alguém doente, e o ruivo bem sabia disso. Sem dúvida alguma, os dois estavam aprontando alguma coisa.

Ele ainda se sentia desconfortável e sinceramente não estava disposto a discutir com qualquer um deles. Soltou um suspiro pesado, recuando vários passos para longe dos dois. Ficar perto de Albafica não fazia mal a ninguém, mas não queria que o outro adoecesse com o aroma das rosas que estava muito mais impregnado em si do que no discípulo. Na verdade, o ruivo mal sentia o cheiro das flores nele. Também não comeria ou beberia nada na casa, mas não disse isso a nenhum dos dois. Ele estava impregnado com a essência das rosas de seu jardim como jamais estivera antes e tudo o que tocasse ficaria envenenado. Recuou até se colocar no sentido contrário do vento, levando o polem que estava em sua pele para longe deles.

- Não estou com fome. - respondeu por fim, com a voz séria e cansada - Vá se vestir, Albafica. Eu vou esperar aqui. - pelo menos no salão, não havia nada que ele pudesse tocar ou esbarrar, e envenenar.

- Nunca tramo nada!

Fez uma expressão de surpresa com as palavras do pisciano ao sair. Não estava tramando nada! Apenas queria passar um tempo com o sogro que ele, sinceramente, nem se lembrava. Sabia pelo próprio mestre que o cavaleiro de Peixes era isolado, mas isso nunca o impediu de se aproximar de Albafica, então não via mal nenhum em tentar falar com o mestre dele.

Conhecê-lo um pouco ao menos, já que sabia o quanto Alba prezava aquele homem.

Voltou os olhos azuis para o ruivo, a testa franzindo um pouco com o que ele falou. Afinal, ficava logo mal humorado quando negavam sua comida, ou qualquer comida, mas quando era a sua, na sua Casa… Era um bocado pior para o canceriano. Quase uma ofensa, e talvez a única forma de ofender Manigold de verdade.

- Quer nem levar pra viagem? - perguntou ainda casualmente, como o garoto crescido que nunca deixou de ser.

Rosas negras, vermelhas e brancas.

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crimson-thorn:

"Não, não não, isso NÃO pode estar acontecendo. Vamos Albafica esta na hora de acordar." Seus pensamentos berravam mas ele ainda continuava parado no corredor com a face mais branca possível. Deu um passo para trás assim que ele se aproximou, a confusão no rosto de seu mestre só fazendo seu pânico silencioso aumentar absurdamente.

Fuzilou Manigold com o olhar quando ele repediu a pergunta, aquele maldito sorriso claro de que estava se divertindo com a sua desgraça. Voltou a olhar para o mestre ainda tentando processar aquela pergunta… como diabos ia explicar aquilo?!

- E-Eu… - Engoliu em seco, fechando os punhos para manter sob controle o nervosismo. - Eu…senti o seu cosmo mestre e vim verificar se não estava delirando.. - Olhou para o próprio corpo notando seu estado. “Merda”. - Mestre eu posso explicar eu….. Eu e Manigold…nos… -Suspirou mordendo o lábio com força. - ele passou mal e tive que ajuda-lo e acabei molhando minhas roupas.

O ruivo olhou de um para o outro extremamente desconfiado. A história do discípulo não lhe soava como verdadeira e o canceriano parecia se divertir perversamente cm alguma espécie de piada particular dos dois. Esquecendo-se de Manigold, ele caminhou a passos suaves até Albafica, seus olhos fixos no rosto dele, lendo a mentira que ele contava em sua expressão.

- Eu não sei o que está acontecendo aqui. - disse friamente - Mas seu amigo não parece mais estar doente. - parou a poucos centímetros dele, cruzando os braços e o olhando incisivamente - Então creio que você pode colocar suas roupas e voltar para a sua casa em Peixes, não é?

Aquela desculpa era… Inexplicável. Manigold jamais imaginaria uma desculpa tão sem pé nem cabeça sair da boca de Alba. Uma criança poderia falar algo melhor, e ele só pôde rir alto. Um pouco de espuma voando da boca, o que o fez colocar uma mão na frente da boca para impedir que mais espuma saísse.

Manigold sentiu o cheiro muito parecido com o de Albafica quando Lugonis passou por ele e virou-se para ver o desenrolar daquela história. Ao ouvir que o ruivo ia arrastar o outro para fora de lá, andou até um vaso e cuspiu a espuma que tinha na boca dentro dele, voltando para se colocar ao lado de Albafica, uma pequena distância entre eles ainda.

- Não sei. Me sinto meio estranho e acho que vocês deviam ficar pro café. Tem comida pra todo mundo. - com o polegar, apontou por cima do ombro para dentro do Templo de Câncer. Não queria perder o resto da confusão! Ou das desculpas esfarrapadas de Albafica.

Rosas negras, vermelhas e brancas.

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Parou em frente a pia e escovou os dentes preguiçosamente sorrindo de canto ao sentir o cosmo do canceriano vagando pela cozinha. Balançou a cabeça negativamente limpando os lábios por fim e entrou no quarto afastando a franja molhada dos olhos quando aquele cosmo o atingiu como um raio o paralisando no lugar. - Não…. Não pode ser.

Certo.. todos estavam vivos, mesmo ele que morrera na guerra estava ali então porque ele não voltaria? Mas aquilo parecia tão impossível.. Seu rosto ficou pálido ao perceber a situação. - Essa não… - Se esqueceu completamente do estado que estava e correu para fora do quarto. “Porque tinha que ser logo agora?!”

Correu ate a sala estancando no corredor olhando as costas de Manigold e logo a sua frente os cabelos avermelhados que conhecia tão bem assim como o aroma de rosas que se espalhava pelo comodo. 

- Bom dia. - sorriu leve, imediatamente se recordando quem devia ser aquele rapaz - Desculpe incomodar tão cedo…

Ele manteve-se cortes, reprimindo o questionamento interno sobre o Sage diria se o visse recebendo visitantes com trajes tão informais. Mas cortou o pensamento. Aquele menino… Manigold, se lembrou do nome dele… Ele sempre fora rebelde e independente. E ele estava em sua casa. Não havia de fato problema em seus trajes e sim em sua visita tão cedo.

- Sinto muito atrapalhar sua higiene matinal, eu só queria permissão para passar… - começou a explicar, mas se interrompeu ao ver um outro homem surgir com uma vestimenta ainda mais comprometedora para se receber uma visita do que a do canceriano.

Olhou o outro homem com uma expressão crítica por alguns segundos, até conseguir reconhecer a expressão de choque e os cabelos azulados. Reconheceria aquela pessoa em qualquer lugar do mundo.

- Albafica… - Sussurrou e deu um passo para frente, seu rosto franzido em confusão - O que faz em Câncer? E ainda só de toalha…?

- Nah, não tem problema. - abanou o ar com a mão livre, a voz saindo um pouco abafada devido à espuma na boca. - Não é como se tivesse uma hora pra ter gente passando aqui. E você ficou fora muito tempo, né? 

Sentiu o cosmo de Albafica se mover em certo ponto e assim que o olhar de Lugonis desviou-se de si, Manigold olhou sobre o ombro, encarando o pisciano com quem dividia a vida há algum tempo já. Poderia rir alto se não sentisse uma certa tensão saindo dos dois possuidores da armadura de Peixes.

Ouviu as perguntas de Lugonis, olhando de um para outro. Divertindo-se internamente (e um pouco externamente) com aquela situação. Um sorriso matreiro logo surgiu no rosto de Manigold.

- É, Albi, o que ‘tá fazendo em Câncer só de toalha? - a pergunta saiu sincera, como se Manigold estivesse genuinamente surpreso por estar vendo o outro cavaleiro ali, ao mesmo tempo que o sorriso e o olhar do canceriano apenas destruíam aquela ilusão de preocupação.

O dia parecia que seria mais divertido do que ele antecipou.